CHEIRO DE MATO
Música: Aguinaldo Machado
Letra: Flávio Almeida
Cheiro de mato
no crepúsculo da tarde.
Vento venta exato,
acalenta a dor que arde.
Na noite adormece
a flor molhada de sereno.
A estrela incandesce
no azul de tom ameno.
À Terra, ao céu, glória.
À Terra, ao céu, glória.
Dos olhos alienados,
a paisagem distante e rara.
O fruto dos pecados
seiva amarga, pele clara.
No princípio da criação
um desejo de paraíso.
Revelar a ilusão
de esperar o último juízo.
Ao homem, próprio Deus, glória.
Ao homem, próprio Deus, glória.
Glória, glória.