LABUTA
Música: Aguinaldo Machado
Letra: Flávio Almeida
Vê se sente essa covardia
que habita em mim.
Vê se lembra do meu gozo
que um dia teve fim.
Mas não chore.
A vida tem suas manias,
tudo passa, qualquer hora
virão novas alegrias.
É tão doce essa aventura
de galgar tantos degraus.
De sentir imensa doçura
nesse amor que vai ao caos.
Chegou ao fim...
Dói até o pensamento,
me corrói um sentimento
ruim.
Vê se sente essa covardia
que habita em mim.
No meu rosto mascarado
busco esconder a desilusão.
O vivido hoje é passado,
tudo em volta ecoa o não.
Mas é assim...
Essa morte repentina
só confunde e ilumina,
enfim...
Vê se sente essa covardia
que habita em mim.